A importância do Marketing

Você conhece qual é a Importância do Marketing para o seu negócio? E, mais que isso… sabia que você pode fazer a sua empresa decolar nas vendas, por meio de mudanças na sua estratégia de comunicação e marketing? Pois é, isso é possível e está acessível a todos os empreendedores que não querem perder a sua fatia do mercado.

Pensando nisso, resolvemos criar esse conteúdo para explicar mais sobre o marketing e sua relevância, bem como ensiná-lo a realizar essas otimizações. Assim, você terá muito mais sucesso em seus empreendimentos!

Continue a leitura conosco e vamos decolar juntos!

Para que serve e qual é a importância do Marketing?

O Marketing é uma ferramenta utilizada por empresas, principalmente, para identificar os desejos e as necessidades dos clientes e, posteriormente, atuar na criação de estratégias mercadológicas para atender a essas demandas. Logo, será possível fazer uma oferta de produtos, serviços e benefícios mais adequada e condizente com o que eles esperam. Enfim, qualquer coisa que tenha como finalidade aumentar as vendas em seu negócio e melhorar o seu relacionamento com os clientes, é marketing.

Essa é uma atividade essencial dentro de qualquer negócio que queira expandir e conquistar novos horizontes no mercado, mas se engana quem acha que é a única. Qualquer mudança estrutural dentro da sua empresa, nesse sentido, seja em seu produto ou serviço é bem-vindo. Mas, claro, desde que tenha como base estudos e análises que identifiquem essa necessidade.

Acompanhe, a seguir, um cenário em que é possível otimizar os resultados de vendas, por meio de ações estratégicas, tanto de marketing como administrativas.

Como otimizar seus processos para aumentar as vendas?

Vamos imaginar a seguinte história: Ricardo, que acabou de sair da faculdade de veterinária, abre uma clínica. Com o tempo, a sua dedicação ao negócio e o seu excelente atendimento fazem com que esse estabelecimento cresça, cada vez mais. Assim, ele chega ao ponto de ser referência de mercado, na região onde funciona. Dessa forma, os clientes acabam se tornando fiéis com facilidade e a clínica veterinária está sempre trabalhando no limite de sua capacidade operacional.

Ter a percepção de oportunidades

Ao perceber o sucesso de seu empreendimento, Ricardo tem uma grande ideia. Com o know-how que adquiriu em sua primeira clínica e o sucesso acumulado durante alguns anos, decide abrir um segundo ponto comercial. Mesmo dividindo seu tempo entre as duas unidades, a segunda clínica também vai muito bem. Afinal, Ricardo é um ótimo veterinário e chama a atenção de todos os clientes pela sua competência, bom atendimento e gentileza.

Com o passar de alguns poucos anos, ele resolve expandir ainda mais seu negócio, adicionando à clínica outros serviços e produtos, como

  • pet shop;
  • serviço de banho e tosa;
  • dog-walker;
  • hotel para cachorro.

Devido ao crescimento, ele chega a abrir uma terceira unidade, em outro bairro. Porém, foi aí que tudo começou a desandar. Ricardo já não conseguia mais fidelizar clientes e, frequentemente, perdia-os para a concorrência. Mas, o que será então que aconteceu?

Até então, as coisas iam a pleno vapor. Ricardo era muito bom veterinário, estava diversificando seu mix de produtos e serviços, assim como ampliando suas unidades. Obviamente, aumentar a área de atuação deveria aumentar a receita, fazendo com que qualquer negócio prospere… então, o que houve?

Adquirir conhecimento em administração e marketing

O que aconteceu foi que, a partir do momento que Ricardo começou a expandir, ele deixou de ser um veterinário e virou um administrador. E, como administrador, Ricardo não era bom! Sem conhecimentos de administração e de marketing, ele não sabia o que fazer para captar clientes novamente, e acabou fechando as portas depois de alguns anos.

Agora, vamos imaginar quantos negócios no Brasil trilham esse mesmo caminho. Muitas vezes, as pessoas inauguram um novo negócios com pouco ou nenhum conhecimento e apoio especializado, por puro intuito de que vai dar certo. Elas abrem as portas e esperam que, por mágica, as pessoas entrem na sua loja e se tornem clientes fiéis.

Isso costuma ser feito sem nenhum planejamento prévio de administração — quem dirá, de marketing e comunicação, para atrair clientes. E, na maioria das vezes, para piorar, também não há uma proposta de valor para retê-los. Sem uma administração forte para fazer tudo funcionar com qualidade, não há empresa que sobreviva!

Existe um velho clichê que diz: às vezes, estamos perto demais para enxergarmos os problemas. E isso faz todo o sentido em se tratando de negócios. Afinal, muitas vezes, empreendedores estão tão mergulhados em suas empresas que não conseguem visualizar falhas óbvias, o que pode levar a prejuízos e, às vezes, até à falência.

Nos próximos tópicos, mostraremos com exemplos simples e claros, como é possível usufruir da importância do marketing para contornar esse tipo de situação.

Aplicar as estratégias de marketing no seu dia a dia

Pode parecer óbvio, mas é surpreendente a quantidade de empresas que passam por situações, como a que citamos, e não conseguem saber o que fazer para superar esse momento de crise. Por isso, separamos para você dois exemplos que deixarão clara a importância do marketing e como utilizar essa importante ferramenta. Veja como pequenas mudanças no processo estrutural, na comunicação ou no marketing podem dar um up no seu negócio!

Formas de divulgação corretas

No primeiro exemplo, falaremos do caso de uma loja de móveis rústicos.

O objetivo do estabelecimento era claro: precisava aumentar as suas vendas. O número de clientes diminuía e, apesar de ter um bom fluxo de visitantes dentro da loja, muita gente não comprava nada. Os clientes achavam os produtos muito caros.

Mas, por que? A loja era bonita e bem organizada, oferecia móveis de de qualidade e tinha um ótimo atendimento. Além disso, sua proposta de valor era bem-definida, perante o público esperado.

A resposta estava na forma de captação de clientes que a empresa adotava. Fazia anúncios em faixas na rua e a distribuição de flyers nas redondezas. Esses métodos, definitivamente, não evidenciavam a sua proposta de valor. Afinal, as pessoas que recebiam o flyer chegavam na loja esperando encontrar produtos mais baratos. Ao se depararem com uma loja mais refinada, era claro que iriam achar tudo muito caro.

Então, substituíram o flyer — que é uma mídia com baixo valor agregado — por publicidade através de um mini catálogo. Esse item foi produzido de maneira bem mais elaborada e distribuído em locais estratégicos (e não para todo mundo que passa na porta, como antes), mudando a percepção do produto e, consequentemente, passou a atrair clientes já segmentados para realizar negócio com a loja.

A moral da história é que, se você não utiliza as ações de divulgação corretas, atrai o público errado. Em resumo, você não vende! Uma simples mudança no método de captação de cliente resolveu essa situação. Eis a nossa primeira constatação do quão alta é a importância do marketing para uma empresa.

Foco no público adequado

Agora, vamos contar a situação que ocorreu com uma academia.

A academia precisava atrair mais clientes. Por isso, investia em diversos meios de comunicação, além de realizar atualizações estruturais administrativas, entre outras. No entanto, apesar dos esforços, nada disso conseguia reverter a queda brusca de clientes.

De fato, suas campanhas eram boas, com proposta, planejamento estruturado e design bem-feitos, sendo direcionadas aos jovens — público-alvo bem definido. Além disso, a academia era excelente e tinha localização privilegiada. Então, o que poderia estar acontecendo?

A questão era que a academia ficava em um dos bairro com maior população de idosos de Belo Horizonte. Então, apesar de seus clientes atuais terem a média de idade maior, a academia fazia sua publicidade e adaptações internas direcionadas ao público jovem.

Pois bem, aí está o que já comentamos, anteriormente. Muitas vezes, os empreendedores estão tão mergulhados em seus negócios e propostas iniciais que não conseguem enxergar o que está acontecendo à sua volta. E é até compreensível, se pensarmos pelo ponto de vista do dono dessa academia. É comum que um profissional como ele, formado em Educação Física, que foi personal trainer durante anos, definiria os jovens como seu público principal. Mas, nem sempre o que imaginamos ou esperamos é o que realmente acontece.

Otimizações internas eficientes

Dessa maneira, após perceberem a importância do marketing e de focar na realidade da empresa, realizaram pequenas mudanças na comunicação e na estrutura da academia. Logo, ela se tornou um sucesso!

Com o intuito de atender adequadamente ao seu público real — as pessoas idosas —, foram feitas adaptações, como:

  • trocar as aulas de luta por de danças;
  • substituir as músicas de balada, muito comuns em academias, para músicas ambientes;
  • adicionar serviços perfeitos para a terceira idade, como hidroginástica, fisioterapia, etc.

Além de fazer essas adaptações ao público correto, eles perceberam que seria importante comunicar as mudanças, de forma clara, nas mídias em que investia, por meio de estratégias de marketing.

Como vimos, somente abrir as portas de uma empresa não é o suficiente para obter êxito. Afinal, sabemos que os clientes não caem do céu! Muitas vezes, precisamos nos afastar um pouco da empresa e tentar ter uma visão mais panorâmica do cenário atual, para enxergar o negócio como um todo. Esse vislumbre mais realista e amplo do seu empreendimento poderá criar possibilidades muito benéficas para os seus resultados mercadológicos.

Assim, para abrir e manter uma empresa, é preciso planejar muito bem o seu modelo de negócio e também o marketing. É importante também separar uma verba para realizar uma comunicação bem-feita e direcionada ao público certo. E, uma boa maneira de fazer esse trabalho, é por meio da ajuda de profissionais especializados.

Com esse texto, esperamos que você tenha conseguido compreender qual é a importância do marketing e como fazer com que ele, juntamente com outras ações administrativas, trabalhe ao seu favor!

Conseguimos te ajudar? Então, aproveite para aprender mais sobre o mundo do marketing, lendo um artigo especial que separamos para você: Marketing Tradicional vs Marketing Digital. Acesse para descobrir as diferenças entre essas duas estratégias e qual delas é pode se tornar um grande aliado para a empresa.



Toni Campos

Toni Campos

Co-Fundador da Cia Web Sites, trabalha com otimização de sites desde 2009. Apaixonado pelo que faz, dedicado e extremamente preocupado com a satisfação dos clientes. Louco por futebol (assiste até jogos da Série D), relaxa nos fins de semana tomando uma cervejinha, porque ninguém é de ferro.

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O que é Friend Sell?

Entenda o que é Friend Sell

Friend Sell é uma estratégia de vendas focada nas indicações. Um exemplo de aplicação seria quando um cliente indica alguém para consumir seu produto ou serviço. Com a estratégia Friend Sell, ele obtém alguma espécie de vantagem por ter feito a indicação e levado um novo cliente à sua empresa.

Exemplos famosos de Friend Sell

  • O Uber, com o seu código promocional.
  • A Méliuz, que ao indicar 3 amigos para o aplicativo, você ganha R$ 100.


Toni Campos

Toni Campos

Co-Fundador da Cia Web Sites, trabalha com otimização de sites desde 2009. Apaixonado pelo que faz, dedicado e extremamente preocupado com a satisfação dos clientes. Louco por futebol (assiste até jogos da Série D), relaxa nos fins de semana tomando uma cervejinha, porque ninguém é de ferro.

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MVP: o segredo para um produto de sucesso

Você já ouviu falar em MVP?

Descubra agora para que o MVP serve, como deve ser desenvolvido e qual a sua importância para o lançamento de um novo produto no mercado.

A inovação sempre é o guia que norteia os empreendedores do século XXI. As famosas startups estão surgindo aos montes, tomando como exemplo empresas gigantes, como Facebook, Uber ou Airbnb.

Mas, uma ideia brilhante na cabeça não é o suficiente. Em muitos casos, os empreendedores dispõem de limitados recursos para lançar um produto, pelo qual o mercado, talvez, não demonstre nenhum tipo de interesse. Isto faz com que todo o esforço seja jogado no lixo.

E é só nesta hora que os empreendedores começam a fazer perguntas do tipo: por que isto aconteceu? Porque o mercado não aceitou meu produto? O que eu fiz de errado? Quais são as características que meu produto não tinha e que o mercado queria?

Não seria melhor ter as respostas de todas estas perguntas ANTES de reunir esforço, tempo e investimento para produzir a sua ideia?

E é justamente para isto que serve o MVP.

O que é um MVP?

O MVP é a sigla de Minimum Viable Product, ou seja, Produto Viável Mínimo. Trata-se de uma versão de qualquer produto com um conjunto mínimo de características necessárias para que ele possa ser testado no mercado, dentro do menor tempo possível. Isto possibilita a realização de testes para validá-lo.

Ao fazer isto, você evita grandes investimentos em um produto completo, já que ainda não tem certeza se ele terá ou não capacidade de disputar o mercado.

Mas, por que fazer um MVP?

Quando a gente entende os motivos que estão por trás do comportamento dos clientes potenciais, conseguimos detectar falhas do produto ANTES de seu lançamento integral, fazendo os devidos ajustes. Pode até acontecer de, através dos feedbacks, percebemos que o público ideal do produto nem é o que tínhamos em mente.

Em resumo, identificando estes detalhes com antecedência, você conseguirá direcionar seus esforços no rumo certo.

Onde os empreendedores costumam errar?

Vamos mostrar a trilha de mercado que a maioria dos empreendedores fazem ao iniciar seus negócios, e identificar o grande erro, que pode ser o gargalo para o fracasso.

Tudo começa com uma ideia, que rapidamente se transforma em sonho. Depois, vem a parte de captar recursos, reunir a estrutura necessária, adquirir a tecnologia requerida, desenvolver o produto e, só depois disto, lançá-lo no mercado.

A notícia ruim é que, muitas vezes, o mercado não demonstra interesse no seu produto.

Não seria melhor, antes de trilhar todos estes caminhos, fazer uma versão da sua ideia e testá-la no mercado? O ideal seria fazer os ajustes, através dos feedbacks recebidos e, só após isto, ir atrás dos recursos necessários.

Ou seja, você deve inverter o processo:

Como fazer o MVP?

O primeiro passo para se fazer o MVP é fazer o levantamento de todos os atributos que a sua ideia terá. Só depois disto, você deve fazer o caminho inverso e enxugar tudo o que não é essencial para testar a funcionalidade do seu produto. Mas não se engane: o MVP não é uma versão inacabada ou malfeita. É apenas um modelo de teste simples, que pode ser feito utilizando o menor número de recursos e de tempo.

Depois de fazer isto, você deve levantar quais hipóteses quer testar. Por exemplo: o produto vai ter mercado? São esses os atributos que as pessoas querem? Essa dor de mercado realmente existe? É necessário também testar características da sua ideia que, se não funcionarem, acabam com o projeto.

Vamos exemplificar usando o site de vendas coletivas Groupon. Esta foi uma ótima ideia, afinal, quem não gosta de descontos? Porém, se as lojas não estivessem dispostas a oferecer estes descontos, a ideia toda da plataforma iria por água a baixo. Assim, foi necessário entrar em contato com os comércios, sondando se eles estariam dispostos a isto.

Após todo este estudo, você deve captar os dados, aprender com eles e adaptar o seu produto. É um processo longo, de tentativa e erro, mas que vale a pena e pode aumentar as suas chances de sucesso.

Leia também 5 dicas para o seu negócio ser um sucesso.

Exemplos dos gigantes

Ok, chegamos até aqui! Mas tudo isto parece ser aquele papo de empreendedores e startups que, na vida real, não funciona. Por isto, vamos separar aqui alguns exemplos de empresas que hoje são gigantes, mas que começaram com uma ideia e um MVP.

Dropbox

O exemplo do Dropbox é sensacional. Através dele, podemos perceber que, às vezes, conseguimos testar nossa ideia de uma forma prática, gastando o mínimo de tempo e investimento possível. O MVP deles foi um vídeo, apresentado pelo próprio fundador, que simulava como seria o Dropbox. Ele foi apresentado na Early Adopters através do Digg (comunidade que abriga muitos lançadores de tendências na internet).

Groupon

A primeira versão do Groupon, que hoje é um site gigante de vendas coletivas, começou com um projeto extremamente simples, feito no WordPress. O sistema gerava cupons de descontos em arquivos PDF, que eram enviados aos clientes por e-mail, de forma manual.

Facebook

A história do Facebook ficou bastante conhecida após o filme “A Rede Social”, mas você conseguiu identificar qual foi o MVP? Após a ideia inicial, Mark Zuckerberg desenvolveu o site em apenas um mês, testando-o dentro dos muros de Harvard. Ele fez análises e captou os feedbacks necessários para, assim, desenvolver a maior rede social do mundo.

Um outro exemplo que eu gosto muito foi o que vi na primeira empresa que trabalhei, na qual entrei como estagiário. O dono da empresa, que na época estava no auge de seus 20 e poucos anos, teve a ideia de produzir vídeos técnicos para capacitação de mecânicos. Naquele tempo, a maioria destes profissionais tinha formação quase nula, aprendendo “na marra” dentro de oficinas. Mas, como saber se ele iria conseguir vender estes vídeos? Como saber se os mecânicos realmente iriam se interessar pelo produto?

Com estas dúvidas em mente, antes de investir dinheiro e esforço contratando estúdio de filmagem, engenheiros, mecânicos e tudo mais que fosse necessário para produzir os vídeos, ele colocou um anúncio no jornal oferecendo o produto: “Curso de mecânica automotiva em vídeo”. Quando os interessados ligavam, ele dizia que tinha acabado o estoque. Ao perceber o número de pessoas que ligaram, ele teve certeza de que a ideia seria um sucesso, sem investir nenhum tempo e esforço. Um clássico MVP!

Como percebemos, fazer os devidos testes com o MVP pode ser o ponto essencial que separa o sucesso do fracasso. Vale a pena fazê-los, não só no lançamento do produto, mas também em toda a sua vida útil. 

Qualquer dúvida, solte aí nos comentários, que nós te ajudamos!

 



Toni Campos

Toni Campos

Co-Fundador da Cia Web Sites, trabalha com otimização de sites desde 2009. Apaixonado pelo que faz, dedicado e extremamente preocupado com a satisfação dos clientes. Louco por futebol (assiste até jogos da Série D), relaxa nos fins de semana tomando uma cervejinha, porque ninguém é de ferro.

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