Design thinking: entenda o que é e como aplicar!

O design é algo que está ao nosso redor a todo instante, fazendo parte de praticamente de todas as nossas atividades. Mais recentemente, o conceito de design thinking surge como uma nova forma de nos ajudar a resolver situações complicadas.

No post de hoje do nosso blog você vai aprender o que é design thinking e ainda vai conferir as melhores dicas sobre como implementar e aplicar o conceito a favor do seu empreendimento. Vamos lá

O que é design thinking?

Basicamente, o design thinking é uma abordagem voltada para a solução de problemas e para a criação de projetos que utiliza ferramentas do design e a forma que os profissionais de design criam suas obras para otimizar processos e resultados de maior qualidade. 

Para entender melhor, lembre-se de como os designer costumam trabalhar: realizando muitas pesquisas, usando referências, fazendo brainstorm, testando diferentes formas, etc. 

Pense em como isso pode ser aplicado em outras áreas, tais como marketing, programação, engenharia, educação, etc. 

Apesar do conceito ter se popularizado nos últimos anos, ele surgiu no início dos anos 1990, cunhado por David Kelley e Tim Brown, que trabalhavam na empresa de consultoria em inovação IDEO.

A abordagem do design thinking valoriza a criatividade, a multidisciplinaridade, o pensamento colaborativo na solução de problemas. No entanto, o centro de tudo é o usuário.

Assim, é possível alcançar a inovação e se destacar frente à concorrência.

Tanto é que marcas top de linha, tais como, Apple, Amazon, Itaú, Netflix, Volskwagen, Nike e inúmeras outras se utilizam desta abordagem.

3 pilares

Os estudiosos do assunto apontam 3 principais pilares do design thinking. São eles:

  • Empatia – Considerada como o principal pilar, a empatia diz respeito a tentar compreender um problema ou necessidade através da vivência do usuário no design thinking. Acredita-se que apenas dessa forma é possível criar soluções com real valor para o público alvo.

Para isso, a imersão na experiência dos afetados por um produto é extremamente importante. 

  • Colaboração – O segundo pilar, a colaboração, trata de valorizar a multidisciplinaridade. Os diferentes olhares e interpretações de profissionais de diferentes áreas de atuação é considerado algo muito enriquecedor no design thinking
  • Experimentação – Por último, temos o pilar da experimentação. Ele se baseia na importância da prática para se obter resultados mais satisfatórios. Apenas através da experimentação é possível ter certeza de algo.

Esse pilar reduz riscos e permite o aprimoramento e o aprendizado constante feito via feedbacks, além de evitar gastos desnecessários.

Design thinking – Etapas

O design thinking não é bem uma metodologia, mas sim uma abordagem, como já destacamos. Mas mesmo assim uma das suas principais características ela é dividida em etapas baseadas nos 3 pilares. 

Confira abaixo quais são elas:

1 – Criar empatia e entender

Nessa fase, que pode também ser chamada de entendimento, usa-se o pilar da empatia para se colocar no lugar do outro na tentativa de entender o problema. 

2 – Definir

Nessa etapa realmente se identifica quais são os problemas e situações complicadas que precisam de resolução.

3 – Ideação

São criadas e sugeridas as possibilidade de inovação e de resolução das dificuldade definidas 

4 – Prototipação

É chegada a hora de escolher uma dessas ideias e criar protótipos que simulem a solução.

5 – Testes

Na etapa de testes todos os protótipos que foram desenvolvidos são experimentados.

Entre as etapas, também é necessário realizar pesquisas, analisar dados diversos, etc., além de pensar em questões de organização, como criar um cronograma.

Por que usá-lo?

Para Brown, um dos idealizadores da abordagem, ela pode ser usada pelos mais diversos profissionais, tais como os da gestão, administração ou em posições de liderança

Com consumidores com cada vez mais acesso à informação e, por esse motivo, mais exigentes, cobra-se mais das marcas. E isso é válido para todos os setores, em especial para aqueles imersos no meio digital.

O mercado exige performances cada dia mais altas e eficientes e para que isso seja possível é necessário utilizar todos os recursos disponíveis. 

E é exatamente isso que o design thinking possibilitam, que competência e habilidades diversas de uma mesma empresa possam ser combinadas e usadas em processos e resultados mais completos e integrativos, envolvendo várias áreas. 

E a falta de comunicação entre equipes costuma ser justamente um problema sério em várias empresas, situação que pode ser resolvida pelo design thinking promovendo a integração das áreas.

Citamos várias empresas que utilizam a abordagem de design thinking como parte de suas estratégias. Todas elas têm algo em comum: altos índices de fidelização de clientes. 

Essa é mais uma das grandes vantagens do design thinking: como o foco é o usuário, a tendência é que as experiências proporcionadas sejam ainda melhores, valorizando os processos, produtos e soluções oferecidos. 

Concluindo

Pode-se dizer que o design thinking utiliza as melhores práticas do design e trata de empregá-las em outras áreas de atuação. 

Como dissemos, não se trata de uma metodologia ou fórmula, pelo contrária, é uma abordagem que valoriza a liberdade e a criatividade.

Sendo assim, mesmo contando com etapas, caso seja necessário, não é necessário segui-las a risca e sempre é possível voltar na fase anterior. 

Bom, nosso post da semana vai chegando ao fim. Nele você aprendeu sobre design thinking, seus pilares e principais etapas.

Caso tenha alguma dúvida sobre o assunto, deixe um comentário abaixo. 

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Mariana

Mariana

Jornalista que quase já foi advogada. Especialista em redação para web, memes, séries e pagode dos anos 90. Cada dia mais tatuada. Acredita que escrever também é terapia.

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